James 1 : 27 by Mauricio A Berger

 “The Saints will generally think that these words of mine here are about a new doctrine that Mauricio Berger wants to propagate, but there is nothing new, just a ransom of the true and immaculate religion in the sight of God the Father, transcribed in the text of James 1 : 27.

Statistically speaking, there are now more than 150 million street orphans and also in orphanages, who were born in Africa, Nigeria or other underdeveloped countries.

In addition, in recent times, many children have gone astray and abandoned at random as a result of wars and, due to religious intolerance in those countries that propagate a holy war, among Jews, Muslims and Christians, many of these orphans, accompanied not only by the torment of these human atrocities, and by the constant suffering due to the death of their parents, are victims of the abuses of those who take advantage of their incapable situation, in which malicious people exploit their smallness and consequent frailty to obtaining illicit gains.Girls below the year of innocence being forced into true sexual abuse, who after suffer this kind of abuse obscure and diabolical, report to the Lord our God in prayer, asking if God really exists and why he does nothing to save them.

We all know, and no one on the day of judgment can claim that did not know! As soon as a child is born here on earth, she needs affection and love. But when they are abandoned, or lose their fathers to death, and there is no near kinsman to take them in, then they are deprived of such care; small eyes that wander through the vastness, empty of emotions and full of loneliness are what they become, uncertain of the future, unaware of the affectivity of a family. Poor souls who carry the torture of the dislike of their parents and the like. Without this, the children of Christ, who are also our children, live in fear of tomorrow, in emotional dismay, thrown into the streets or orphanages.

Most of the time they remain there until they reach adulthood, they finally end up without any reference to the society that awaits them, and with that they fall into perdition, vices, robberies and prostitution. And there are still those who are already on the streets, in the cold of the night, indulging themselves still small, to all sorts of human slander, and thus, numb their senses with any kind of drug, in order to lighten the weight of so vile and cruel reality that surrounds them; to these, not a home rehabilitates them, but a strong organization that can rescue them through faith, repentance and baptism for the regeneration of their lives in Christ Jesus. Should not this organization be those who profess to be your church?

Here is a question for our reflection: “Is there really any religion among the sons of men that truly cares about these little ones? Is there, perhaps, any organization among the Latter-day Saint movement that originated from the restoration of the gospel, that in fact corresponds to the one who truly must visit the orphans in their tribulations in the sight of God?

Many eloquent men rise up in the pulpits of the churches that originated from the restoration in 1830 and boast of their number of members and inflame the chest of pride when they claim that they are the only true church alive on the face of the earth, that they are representatives of Jesus Christ, and by giving food to hungry little ones in countries below the poverty line, exhibit the world a small part of everything they gather from the people with tithes and offerings, and exalt themselves in saying that they meet the requirements of the true religion described in  James 1 : 27, when, in fact, retains most of it for the ostentation of its beautiful sanctuaries which represent nothing to the Lord our God in the present time, when, at last, could with amount end this cruelty between the children of men and, with that , bring true honor and glory to the name God and His Son Jesus!

What then to say of those who are endorsed as “living prophet” of God on earth, who call themselves revelators of their will to the people of their church in these last days, and so soon are revered by millions of members who heed their words , whatever they may be, as if it were the Lord’s own voice among the children of men, and yet they do nothing toward the true orphans, who, almost at every instant, cry to God for help, for hunger, for cold, for a hug of a mother who never had, for a normal family life?

What the Lord could want from his ‘living prophet’ Besides do than cry out to the people of his church, that they might indeed experience the pure and immaculate religion, which truly binds us again, creature and Creator, in a perfect bond of union, and require of those who have conditions among his people, to visit, and finally to welcome (adopt) an orphan in his tribulations?

No! In fact, this act in itself, would not end with that evil magnified by our modern society, the abandonment of minors. These adopted children would become adults in good homes and become distinct citizens because of the gospel of Christ in their lives and would add in the near future a few thousand adults who know well the life in the streets and orphanages, and finally, following this same principle, in a few generations, there would be no such thing in the world.”  Maurício Berger

05.10.2018

The text herein is given directly from Mauricio Berger to us, without edit, and with the express purpose for publication on this website for the instruction of the people.   This speaks of the repeated detailed teachings of Moroni on the subject, the magnitude of which is of “great importance to the work”.  The text was written 1st in Portuguese after which Mauricio used a translator program for English rendering.  Any mistakes in grammar are accounted to the translation program.  rc


Português

“Os Santos em geral acharão que estas minhas palavras transcritas aqui tratam de uma nova doutrina que Maurício Berger quer propagar, mas não há nada de novo, apenas um resgate da verdadeira e imaculada religião à vista de Deus o Pai, transcrita no texto de Tiago 1: 27.

Estatisticamente falando, há na atualidade mais de 150 milhões de órfãos de rua ou em orfanatos, que, nasceram na África, Nigéria ou em outros países subdesenvolvidos.

Além disso, nos últimos tempos, muitas crianças ficaram sem rumo e abandonadas ao acaso em consequência das guerras e, devido a intolerância religiosa nesses países que propagam uma guerra santa, entre Judeus, Muçulmanos e Cristãos, muitos desses órfãos, acompanhados, não só pelo tormento dessas atrocidades humanas, e pelo constante sofrimento devido a morte de seus progenitores, são vítimas dos abusos daqueles que se aproveitam de sua incapaz situação, em que pessoas mal intencionadas, exploram sua pequenez e consequente fragilidade para obter ganhos ilícitos. Meninas abaixo do ano da inocência sendo forçadas a verdadeiros abusos sexuais, que após tal maltrato obscuro e diabólico, se reportam ao Senhor nosso Deus em oração, perguntando-lhe se Deus existe realmente e porque nada faz para salvá-las.

Todos nós sabemos, e ninguém no dia do julgamento pode afirmar que não sabia! Assim que uma criança nasce aqui nesta terra, ela precisa de carinho e amor. Quando, porém, são abandonadas, ou perdem seus pais para morte, sem que aja algum parente próximo para lhes acolher, então são desprovidas desses cuidados; olhos pequeninos que vagueiam pela imensidão, vazios de emoções e repletos de solidão é o que se tornam, incertos do futuro, desconhecendo a afetividade de uma família. Pobres almas que carregam a tortura do desamor de seus pais e semelhantes. Sem isso, as crianças de Cristo, que também são as nossas crianças, vivem com medo do amanhã, em desalento emocional, atiradas nas ruas ou orfanatos. Sendo que, na maioria das vezes, permanecem lá até chegar a fase adulta, acabam por fim, sem referência alguma diante sociedade que lhes aguarda, e com isso, caem em perdição, vícios, roubos e prostituição. E há, ainda aqueles, que já estão nas ruas, sob o frio da noite, se entregando ainda pequeninos, a toda sorte de maledicência humana, e assim, entorpecem seus sentidos com qualquer espécie de droga, com a finalidade de aliviar o peso de tão vil e cruel realidade que os envolve; a estes, nem um lar os reabilita, senão uma forte organização que os possa resgatar mediante a fé, arrependimento e batismo para regeneração de suas vidas em Cristo Jesus. — Esta organização, não deveria ser aqueles que professam ser sua igreja? 

Aqui cabe uma pergunta para nossa reflexão: “Há de fato alguma religião entre os filhos dos homens que verdadeiramente se importa com esses pequeninos? Há, por ventura, alguma organização entre o movimento dos santos dos últimos dias que se originou da restauração do evangelho, que de fato corresponda aquela que verdadeiramente deve visitar os órfãos em suas tribulações à vista de Deus?

Muitos homens eloquentes se levantam nos púlpitos das igrejas que se originaram da restauração em 1830 e se vangloriam por sua quantidade de membros, e batem no peito cheios de orgulho ao afirmar que são a única e verdadeira igreja viva sobre a face da terra, afirmam ser representantes de Jesus Cristo, e por destinarem ração aos pequeninos famintos em países abaixo da faixa da miséria, doando ao mundo uma pequena parte de tudo que recolhem do povo com dízimos e ofertas, ainda se exaltam em dizer que cumprem os requisitos da verdadeira religião descrita na carta de Tiago 1: 27, quando na verdade, retém a maior parte para ostentação de seus belos santuários que nada representam para o Senhor nosso Deus na atualidade, quando enfim, poderiam com o montante acabar de vez com essa mazela entre os filhos dos homens e, com isso, trazer verdadeira honra e glória ao nome Deus e seu Filho Jesus!

O que dizer então daqueles que são apoiados como sendo ‘o profeta vivo’ de Deus na terra, que se auto intitulam reveladores de sua vontade ao povo de sua igreja nesses últimos dias, e tão logo são reverenciados por milhões de membros que acatam suas palavras, sejam quais forem, como se fosse a própria voz do Senhor entre os filhos dos homens e, contudo, nada fazem em relação aos verdadeiros órfãos, que, a quase todo instante, clamam a Deus por ajuda, por fome, por frio, por um abraço de mãe que nunca tiveram, por uma vida normal em família?

Que mais haveria de querer o Senhor de seu ‘profeta vivo’ senão que clamasse ao povo de sua igreja, para que vivenciassem de fato a pura e imaculada religião, a qual verdadeiramente nos religa outra vez, criatura e Criador, em um perfeito vínculo de união, e requeresse daqueles que tem condições entre seu povo, de visitar, e por fim acolher (adotar) um órfão em suas tribulações?

Não! De fato, este ato em si, não acabaria de vez com esse mal ampliado por nossa sociedade hodierna, o abandono de menores. Essas crianças adotadas iriam se tornar adultas em bons lares e se tornar cidadãos distintos por causa do evangelho de Cristo em suas vidas, e viriam a somar num futuro próximo alguns milhares de adultos que conhecem bem a vida nas ruas e nos orfanatos, e por fim, seguindo este mesmo princípio, em poucas gerações, não haveria mais essa mazela no mundo.”  Maurício  Berger

05.10.2018